terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Zehel Digital Studio promete trazer 3 jogos Mobile para o começo de 2016

   Não bastava apenas Vitor Zehel voltar ao Youtube para mostrar seus gameplays, ele também tinha que entrar como desenvolvedor de jogos.
   Há cinco anos trabalhando no desenvolvimento de aplicativos móveis pela Agência Digital Virtues de Santos-SP, Vitor Leal Diniz (eu) conhecido no mundo digital como Vitor Zehel, resolveu utilizar seus conhecimentos para aquilo que sempre foi uma de suas paixões: os jogos. Por que jogos? Por que não consoles, playstation, super nintendo, mega drive ou algo do gênero ? Porque além dos jogos eletrônicos, eu sempre gostei de todo tipo de jogo e sempre pratiquei todos os tipos de esportes na escola. Sim, já fui do time de futebol, basquete, volei, xadrez, tênis de mesa, natação, jogava dominó com meu avô (afinal, essa foi a minha herança quando ele morreu, acabei ficando com o dominó do meu avô). Sempre fui esportista em todas as formas  possíveis de ser, por isso, agora gostaria de contribuir nesta área utilizando os conhecimentos que adquiri aos longos desses anos que se passaram.
   Mas diga-nos o que queremos saber, o que são esses jogos ? Qual será o estilo do jogo ? Bem, nós temos dois jogos com temas bem definidos e que já estão em fase de desenvolvimento. O primeiro deles trata-se do Mecenas The Game. O que seria esse jogo ? A história retrata sobre a era do renascimento quando as pessoas começaram a dar mais valor ao conhecimento heulistico além das doutrinas religiosas que na época era predominante a presença da Igreja como  governante dos feudos. Os nobres e os cleros apoiavam um no outro pra permanecer  no poder mas, no meio disso tudo, surgiram talentosos artistas e também pessoas com talento pra negociar, pra ganhar dinheiro. Assim surgiu a classe burguesa. A classe burguesa queria trazer o esclarecimento ao povo mas para isso precisava proteger os maiores pensadores da época, assim surgiram os mecenas. Essa é a história inicial do jogo.
   Mecenas, será um role-playing-game que estará focado inicialmente para ser lançado na plataforma Firefox OS. Resolvemos focar na plataforma da Mozilla por se tratar de uma gigante que trabalha com plataforma Open Web.
  Outro jogo que já temos definido é o MRBS Battle Card. Trata-se de um TCG (Trading Card Game) para fãs de robôs e mechas. Como não temos licença da bandai, não poderemos colocar robôs do Super Robot Wars ou de Gundam no jogo. Faremos todos robôs próprios mas com características similares aos das séries consagradas como Gundam, Macross Frontier, Evangelion, Aquarion, entre tantas outras que são comentadas no blog de mesmo nome: MRBS. Aliás, eu sou um dos moderadores do blog, e achei legal a ideia de criarmos um jogo para nós fãs. Caso queira participar da nossa página o link é: https://www.facebook.com/RobotFans/?ref=ts&fref=ts.


   O último jogo que pretendemos lançar no começo do ano trata-se de algo mais pessoal. O nome será Vitão The Zehel. Apesar de ser um jogo de história bem pessoal, usaremos todos os recursos que as plataformas disponibilizam para ser um jogo primorozo. Por isso, não definimos a categoria desse jogo. Queremos que esse projeto seja mais livre e que tenha um toque de comédia estilo One Punch Man.
   Bom pessoal, então vocês já sabem. Se não estou respondendo mensagens no WhatsApp, Messenger, Twitter ou em outra rede social é porque estou trabalhando muito pra trazer esses jogos para janeiro de 2016. Quem quiser trazer ideias para os jogos pode curtir a página MRBS, Mecenas The Game ou a Vitor Leal Diniz. Se tiverem outras ideias para jogos, estamos ouvindo vocês. Queremos sempre ouvir a opinião do nosso público.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

APP Intercessores FASE BETA


   Vocês estão se perguntando por quê eu parei de postar no blog. O motivo é este projeto que irei apresentar agora. Trata-se do APP Intercessores.
   A principio lançamos primeiro o site em versão BETA onde faremos o cadastramento de projetos sociais e adaptaremos todas as ferramentas disponiveis no site para criarmos os aplicativos. Por isso o nome do projeto é APP Intercessores.
  É muito satisfatório poder contribuir sem esperar nada em troca. Espero que vocês possam sentir esse entusiasmo e ajudarem não a mim mas, as pessoas poderem receber a ajuda seja de mantimentos, vestuários ou até mesmo de uma simples oração que tem muito efeito sobre a vida das pessoas.
  O que eu achei mais oportuno ainda, foi conseguir lançar esse projeto justamente quando o filme Quarto de Guerra veio para o cinema brasileiro. Infelizmente o filme só está disponivel no Cinépolis mas, eu creio que em breve todos no Brasil poderão ver este filme que é muito bom mesmo.
  Antecipadamente, gostaria de agradecer a todos que venham a participar do projeto e espero que vocês tragam suas ideias e seus projetos já existentes pra ajudar as pessoas.

 Até a próxima pessoal! 

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Protocolos Multimídias - Parte II




1. Introdução


 
O mundo atual vive conectado. E o que a grande maioria dos usuários da rede acessa são os aplicativos de música (Tune in, Spotify, Deezer).
No Brasil temos um grande público voltado para esta área. Contamos com cerca de 5.000 rádios (somente as registradas no maior website da área www.radios.com.br) enviando seu áudio através de streaming e com seu web player no site.
Até mesmo aplicativos que não são de música, possuem o recurso de utilizá-los ouvindo música. Neste caso temos os mesmos desenvolvidos para atletas profissionais e iniciantes que tem suas corridas e caminhadas monitoradas ouvindo música.
O principal objetivo deste trabalho é trazer a melhor solução para desenvolvimento multi-plataforma e que, tenha alto desempenho baseada na infraestrutura existente no país (Banda Larga, 2G, 3G, 4G, Edge e GRPS).

2. Streaming 

Streaming ou fluxo de mídia é uma forma de distribuição de dados, geralmente de multimídia em uma rede através de pacotes. Em streaming, as informações não são armazenadas pelo usuário em seu próprio computador não ocupando espaço no Disco Rígido (HD), ele recebe o "stream", a transmissão dos dados (a não ser a arquivação temporária no cache do sistema ou que o usuário ativamente faça a gravação dos dados) - a mídia é reproduzida à medida que chega ao usuário, dependendo da largura de banda seja suficiente para reproduzir os conteúdos, se não for o suficiente ocorrerá interrupções na reprodução do arquivo. Isso permite que um usuário reproduza conteúdos protegidos por direitos de autor, na Internet, sem a violação desses direitos, similar ao rádio ou televisão aberta diferentemente do que ocorreria no caso do Download do conteúdo, onde há o armazenamento da mídia no HD configurando-se uma cópia ilegal. A informação pode ser transmitida em diversas arquiteturas, como na forma Multicast IP ou Broadcast. Exemplos de serviços como esses são o Net Now, Netflix, Spotify, Deezer, etc.
            Nos últimos anos, houve extraordinário desenvolvimento e ampla disseminação das aplicações em rede que transmitem e recebem conteúdo de áudio e vídeo pela internet. Novas aplicações de rede multimídia (também conhecidas como aplicações de mídia de taxa constante) – vídeo de entretenimento, telefonia IP, rádio por internet, sites WWW multimídia, teleconferência, jogos interativos, mundos virtuais, aprendizado a distância e muitas outras aplicações – são anunciadas continuamente. As exigências de serviço dessas aplicações diferem de modo significativo daquelas aplicações tradicionais orientadas a dados, como texto/imagem Web, e-mail, FTP e DNS. Em particular, as aplicações de multimídia são muito sensíveis ao atraso fim a fim e à variação do atraso, mas podem tolerar perdas de dados ocasionais. Essas exigências de serviço fundamentalmente diferentes sugerem que a arquitetura de rede projetada de início para a comunicação de dados pode não se adaptar bem ao suporte de aplicações de multimídia. Na verdade, veremos uma série de esforços para ampliar a arquitetura da internet, a fim de fornecer suporte explícito para as exigências de serviço dessas novas aplicações de multimídia.
 

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Protocolos Multimídias - Resumo PARTE I



              O Brasil é um país em desenvolvimento e que vem de forma acelerada avançando tecnologicamente. Ao mesmo tempo, temos o problema de infraestrutura que limita nossos aparelhos avançados a trabalhar de forma mínima, não aproveitando todo o potencial do aparelho eletrônico. 

            O objetivo desta pesquisa é identificar o problema das soluções móveis para aplicativos que utilizam protocolos multimídia, os streamings de áudio e vídeo. Esse recurso vem sendo usado pela indústria fonográfica, rádios AM/FM, emissoras de T.V. e por empresas novas no ramo de tecnologia que distribuem as músicas através do aplicativo mobile.

            O maior problema enfrentado por quem trabalha no desenvolvimento de aplicativos com streaming, é a falta de uma padronização para que o desenvolvedor construa uma solução multiplataforma executando seu app em todas as plataformas disponíveis no mercado. Os arquivos de áudio e vídeo de streaming possuem vários formatos e alguns deles possuem patentes particular o que dificulta o uso de um mesmo formato por todos. O movimento Open Web tenta padronizar o uso dos recursos web utilizando o HTML 5, CSS 3 e Javascript. Esta pesquisa, visa demonstrar a melhor solução para que um streaming de áudio ou vídeo tenha disponibilidade para todas as plataformas.