Pular para o conteúdo principal

Apple explica que pequenas “falhas” temporárias na tela do iPhone X são características da tecnologia OLED


Quando você começa a usar ou trabalhar com um paradigma totalmente novo, é normal que tenha alguma dificuldade em se adaptar às suas vicissitudes. É exatamente o caso da Apple com a tecnologia OLED: depois de décadas trabalhando exclusivamente com telas LCD, a empresa adotou o novo padrão no novíssimo iPhone X e, até agora, tem recebido elogios pela decisão — principalmente pelo fato de ter escolhido os elogiados painéis da Samsung em vez de fazer uma parceria com a LG e suas telas notoriamente problemáticas.

Entretanto, como eu disse acima, qualquer novidade trará também sua parcela de dificuldades de adaptação. Por isso, a Apple criou uma página especial na seção de suporte do seu site, explicando aos felizardos que já conseguiram colocar as mãos no iPhone X as principais diferenças na tela dos seus iPhones e o que eles devem esperar com ela — inclusive pequenos comportamentos “estranhos”, que poderiam ser considerados falhas.

Por exemplo: a Maçã explica que, se você olhar para uma tela OLED como a do iPhone X num ângulo levemente oblíquo, poderá notar pequenas diferenças de cor e tonalidade no conteúdo exibido — segundo a empresa, este é um comportamento normal da tecnologia. Além disso, esse tipo de painel pode apresentar casos temporários de persistência de imagem, o infame burn-in, quando um elemento estático em alto contraste é exibido na tela por muito tempo. A Apple afirma, entretanto, que construiu a tela Super Retina para ser a melhor da indústria no sentido de reduzir estes efeitos indesejáveis.

Por fim, a empresa dá algumas dicas para os donos do iPhone X minimizarem os efeitos do OLED e estenderem a vida útil do painel. Os conselhos incluem atualizar o aparelho sempre para a mais recente versão do iOS, usar o recurso de brilho automático, configurar um período curto de tempo para que o dispositivo desligue a tela em inatividade e evitar que imagens estáticas fiquem em exposição na tela por longos períodos, especialmente em brilho máximo.
É salutar ter isso em mente — afinal, é sempre bom cuidar o máximo possível do seu aparelho de 7 mil reais, não é verdade?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Algoritmo de Bresenham

O algoritmo de Bresenham — em homenagem a Jack Elton Bresenham — é um algoritmo criado para o desenho de linhas, em dispositivos matriciais (como por exemplo, um monitor), que permite determinar quais os pontos numa matriz de base quadriculada que devem ser destacados para atender o grau de inclinação de um ângulo.

O Código
voidbresenham1(intx1,inty1,intx2,inty2){intslope;intdx,dy,incE,incNE,d,x,y;// Onde inverte a linha x1 > x2 if(x1>x2){bresenham1(x2,y2,x1,y1);return;}dx=x2-x1;dy=y2-y1;if(dy<0){slope=-1;dy=-dy;}else{slope=1;}// Constante de BresenhamincE=2*dy;incNE=2*dy-2*dx;d=2*dy-dx;y=y1;for(x=x1;x<=x2;x++){putpixel(x,y);if(d<=0){d+=incE;}else{d+=incNE;y+=slope;}}} Desenhar Reta em Java – Algoritmo de Bresenham/DDA Inteiro O objetivo deste algoritmo é reduzir o esforço computacional para se
desenhar uma reta, bem como reduzir erros de arredondamento e operações com ponto flutuante. E, de fato, o algoritmo de Bresenham consegue fazer isso – ele se desenvolv…

Gigabyte lança placa de rede compatível com 10 Gigabit Ethernet

A Gigabyte anunciou o lançamento da sua nova placa de rede compatível com 10 Gigabit Ethernet. A placa é baseada no chip Aquantia GC-AQC 107.

A nova placa de rede possui interface PCI Express 3.0 e é compatível com os padrões 10GBASE-T (10 Gbps), 5 GBASE-T (5 Gbps), 2.5 GBASE-T (2.5 Gbps), 1000 BASE-T (1 Gbps) e 100 BASE-TX (100 Mbps).

Ela pode ser utilizada com cabos de rede das seguintes categorias:
– CAT6a*
– CAT6**
– CAT5e***
– CAT5

*Para conexão de 10Gbps, o comprimento máximo do cabo pode ser de até 100m.
**Para conexão de 10Gbps, o comprimento máximo do cabo pode ser de até 55m.
***Para conexões de 10Gbps e 5Gbps, o comprimento máximo do cabo pode ser de até 30m.

A nova placa de rede da Gigabyte deve chegar ao mercado custando US$ 99. Vale lembrar que a empresa já oferece diversas placas-mãe com conectividade 10 Gigabit Ethernet.

Robô Minotauro é indicado ao prêmio de Brinquedo do Ano nos EUA

O robô Minotauro, criado pela equipe RioBotz, da PUC-Rio,  está concorrendo ao troféu de Brinquedo do Ano nos EUA, principal premiação da indústria no país.

O Minotauro está disputando na categoria Brinquedo de Montar e venceu outros 600 projetos que estavam tentando uma indicação. A votação é aberta ao público através do site do prêmio.

O robô apareceu no programa BattleBots e posteriormente ganhou uma versão mais amigável nas lojas de brinquedos dos EUA