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Com a tecnologia, dá para extrair recursos naturais de Marte e habitar o planeta


A humanidade em breve se aventurará rumo à marte. Seja pelas mãos da NASA ou de companhias privadas como a SpaceX, de Elon Musk, a viagem com passagem só de ida para o Planeta Vermelho deve acontecer dentro de poucas décadas. Mas ainda há muito o que estudar e desenvolver para que as condições do planeta inóspito se tornem habitáveis para os seres humanos.
Ainda assim, Marte pode ser habitável graças à tecnologia. Entendemos por habitalidade a capacidade de um local fornecer água líquida e potável, além de oxigênio para respirarmos – duas coisas escassas por lá, apesar de Marte estar na chamada zona habitável do Sistema Solar.
Mas o nosso vizinho espacial conta com recursos naturais que podem ser explorados e, com a ajuda de inovações tecnológicas, pode ser tornar nossa segunda morada no espaço. Segundo Dr. Chris McKay, cientista planetário da NASA, as possibilidades de conseguirmos estabelecer uma colônia fixa em Marte dependem de algumas condições, como as explicadas abaixo:

Usar os elementos da atmosfera a nosso favor

Como a atmosfera marciana é o recurso mais acessível, de imediato, ela pode oferecer dióxido de carbono para a fabricação de um propulsor de metano, tecnologia que vem sendo empregada na Terra há mais de um século. Também rica em nitrogênio e argônio, sua atmosfera pode ter os gases separados com tecnologias terrestres para serem usados para o nosso benefício.
Além disso, a atmosfera de Marte também conta com água, e há gelo nos polos do planeta a poucos metros de sua superfície. Essa água pode ser capturada e purificada para o consumo humano, ou, ainda, é possível fazer o processo de eletrólise para produzir oxigênio e hidrogênio, que pode ser combinado com o dióxido de carbono atmosférico para fabricar objetos de plástico.

Contornar os percloratos presentes no regolito

Regolito é uma camada de material heterogêneo e superficial que cobre uma rocha sólida, incluindo poeira, solo e outros materiais. O problema com o regolito marciano é que ele é composto por cerca de 1% de CIO4, também conhecido como perclorato. A substância tóxica pode ser isolada por meio de soluções biomédicas para solucionar o problema da toxicidade.
Ainda, os regolitos também contram com nitratos em sua composição, e o rover Curiosity, da NASA, encontrou nitratos em cerca de 1.100 partes por milhão em amostras coletadas no solo marciano. Esses nitratos podem ser coletados para servir como fertilizante para culturas criadas em Marte pelos humanos.

Extrair óxidos metálicos de rochas marcianas

Assim como acontece aqui na Terra, as rochas de Marte são ricas em óxidos metálicos, como ferro, silício e alumínio, e, com a tecnologia adequada, é possível extrair esses óxidos para produzir metais estruturais e vidro de qualidade óptica para a criação de objetos e instrumentos.

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